Gabriella Correa

Foi aos 15 anos que Gabryella Corrêa percebeu que tinha potencial para empreender. Começou ajudando o pai, dono de uma oficina, autopeças e transportadora, mas seguiu para seu primeiro voo solo assim que ele se aposentou. Criou sua empreiteira com 78 funcionários, que durou um ano e meio e acabou falindo, deixando uma dívida de R$ 80 mil. Mas foi a própria Gabryella que deu a volta por cima, arregaçou as mangas e sanou o débito. Durante a transição, em 2013, ela passou a gerir toda alimentação dos operários que trabalhavam nas obras de construção das Olimpíadas, no Rio de Janeiro. “Servia mais de 12 mil refeições por dia em uma cozinha de 3 mil metros, com 280 funcionários”, lembra. Foi no mesmo período que se formou em Administração de Empresas com ênfase em finanças, ganhando ainda mais experiência para que pudesse dar um novo salto em busca do seu próprio negócio.

Mas não foi a sala de aula que trouxe o insight que a transformaria em uma empresária de sucesso. Na verdade, um triste incidente foi o responsável, quando Gabryella sofreu assédio de um motorista de aplicativo. Mais uma vez, o desafio foi apenas um impulso para o sucesso, fazendo nascer a Lady Driver – primeiro aplicativo de transporte só para motoristas e passageiras mulheres. A Lady Driver teve início em 08 de março de 2017, com 1.800 motoristas. Hoje, o aplicativo conta com mais de 26 mil mulheres motoristas cadastradas e 280 mil passageiras na cidade de São Paulo e região metropolitana, além do Rio de Janeiro. O reconhecimento vem de todos os lados o serviço é considerado o maior aplicativo feminino do mundo pelo Jornal Financial Times. No último dia 22 de Outubro Gabryella Correa foi uma das vencedoras do Prêmio Claudia 2018.

*programação sujeita a alteração - salas sujeitas a lotação máxima. 

 

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