A Necessidade de Humanização das Marcas - Scream Festival

A Necessidade de Humanização das Marcas

Durante sua participação no Scream, Kito Gois trouxe um ponto essencial para a discussão sobre o futuro das marcas: a perda de valor das grandes marcas corporativas diante do crescimento da influência pessoal. Segundo ele, muitas empresas que antes dominavam o mercado estão vendo sua relevância diminuir porque continuam operando com um modelo de comunicação frio, distante e institucional.

O Declínio das Marcas Corporativas

Kito destaca que, no passado, as marcas eram a principal referência de autoridade e confiabilidade. No entanto, essa lógica mudou. “As marcas corporativas estão perdendo valor, porque as pessoas confiam mais em outras pessoas do que em instituições”, afirmou.

Esse fenômeno está diretamente ligado ao crescimento da marca pessoal. Profissionais, influenciadores e criadores de conteúdo têm conquistado um espaço que antes era ocupado por empresas, construindo relacionamentos mais próximos e genuínos com o público. O resultado? Empresas que não investem na humanização acabam sendo deixadas de lado.

O Que Significa Humanizar uma Marca?

Para Kito, a humanização não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para a sobrevivência no mercado atual. Isso significa que marcas precisam:

  • Criar conexões reais com o público – A comunicação precisa ir além do discurso corporativo e institucional, tornando-se mais próxima e acessível.
  • Valorizar figuras humanas dentro da empresa – Líderes, CEOs e embaixadores de marca precisam se tornar protagonistas da comunicação, gerando identificação e confiança.
  • Contar histórias autênticas – O público quer se relacionar com marcas que tenham propósitos claros e que demonstrem isso na prática.

O Futuro Pertence às Marcas Humanizadas

Kito reforça que a mudança já está acontecendo e que as empresas que não acompanharem essa transformação correm o risco de se tornarem irrelevantes. Hoje, o que gera valor não é apenas a tradição ou o tamanho da marca, mas sim a capacidade de se conectar de forma autêntica e significativa com as pessoas.

O recado é claro: marcas que não souberem se tornar mais humanas perderão espaço para aquelas que entendem que, no fim das contas, o que realmente importa é a relação que constroem com o público.